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Delator: aliado de Aécio recebeu R$ 1,5 mi de propina

Delator: aliado de Aécio recebeu R$ 1,5 mi de propina

Delator: aliado de Aécio recebeu R$ 1,5 mi de propina – Foto: Reprodução

Dinheiro teria alimentado campanhas eleitorais do PSDB em Minas Gerais. Nárcio Rodrigues, aliado de Aécio e Anastasia, teria recebido R$ 1,5 mi de propina, afirmou empresário.

Diferentemente de José Carlos Bumlai em relação a Lula, Nárcio Rodrigues não será chamado de “o amigo do Aécio” pela imprensa.

Do JB:


Empresário diz que pagou propina de R$ 1,5 milhão a aliado de Aécio Neves

Com prisão temporária decretada nesta segunda-feira (30), o ex-presidente do PSDB de Minas Gerais e aliado do senador Aécio Neves, Nárcio Rodrigues, pode ter recebido propina de R$ 1,5 milhão para destinar parte a financiamento ilegal de campanhas eleitorais. A afirmação consta na delação premiada do empresário português Firmino Rocha, assinada com o Ministério Público mineiro.

A investigação faz parte da Operação Aequalis, que apura desvio de recursos públicos em obras da Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Água (Hidroex), localizada em Frugal, no Triângulo Mineiro, para campanhas eleitorais do PSDB em 2012 e 2014.

De acordo com o delator, a propina teve origem em contrato superfaturado de venda de equipamentos para o centro de pesquisa mineiro Cidade das Águas, segundo o jornal Folha de S.Paulo, e parte do valor foi enviado para um paraíso fiscal de Hong Kong em 2014. Na época, Nércio Rodrigues era secretário estadual de Ciência e Tecnologia no governo do hoje senador Antônio Anastasia (PSDB).

O empresário português afirmou que a propina foi paga para que o grupo Yser, de Portugal, fosse beneficiado em contrato superfaturado para aquisição de material para a Cidade das Águas, projeto da Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Água (Hidroex), localizada em Frugal, no Triângulo Mineiro. De acordo com a Controladoria-Geral de Minas Gerais, os equipamentos, comprados sem licitação, tiveram superfaturamento de R$ 3,8 milhões e nunca foram entregues, o que gerou prejuízo de R$ 8 milhões aos cofres públicos do estado de Minas.


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