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Sessão histórica em Câmara silenciada

Sessão histórica em Câmara silenciada

Sessão histórica em Câmara silenciada – Foto: PSOL

A mando de Eduardo Cunha, o vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), esvaziou a Câmara, desligou os microfones. Mas a deputada Luiz Erundina presidiu sessão histórica.

 

 

Eduardo Cunha caiu e fez questão, através do seu vice, Waldir Maranhão (PP-MA), de encerrar os trabalhos na casa. Dispensou os servidores públicos, desligou os microfones, esvaziou o plenário.

A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP) presidiu a sessão e os deputados que permaneceram fizeram discursos sem os microfones e com suas próprias vozes a ecoar pelo plenário.

Foi uma sessão histórica.

Os aliados de Cunha, desesperados, foram reivindicar em diversas esferas contra o afastamento de Cunha.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) conclamou os parlamentares aliados de Cunha a se arrependerem dos seus atos de apoio a um homem que jamais deveria ter se sentado na cadeira que um dia foi ocupada por Ulysses Guimarães.

O deputado Luiz Caetano (PT-BA) disse que o deputado Waldir Maranhão silenciou o parlamento num dia em que os deputados precisavam falar.

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que na sessão anterior pode dizer a Eduardo Cunha que aquela era a última vez em que ele presidia a Câmara. Pimenta reafirmou que o golpe precisa ser anulado no senado e no STF.

Esta sessão histórica na Câmara foi coberta por parte da imprensa, gravada e compartilhada nas redes. Este foi um ato que irá para os livros de história.

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