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Temer está irritado com as críticas na internet

Temer está irritado com as críticas na internet

Temer está irritado com as críticas na internet – Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom/ ABr

O vice-presidente Michel Temer está irritado com as críticas que tem recebido nas redes sociais, onde as pessoas acostumaram a tratá-lo como golpista.

Mônica Bergamo publicou em sua coluna que o vice-presidente Michel Temer está incomodado com as críticas na internet, onde é chamado de golpista:

Michel Temer (PMDB-SP) está incomodado com a intensidade das críticas que tem recebido nas redes sociais. Até mesmo na página do vice-presidente no Facebook foram postados comentários em que ele é chamado de “golpista”. Temer pediu a seu staff que estude uma forma de reagir na internet.

Não sabe o Temer que as críticas direcionadas a ele são reflexos de suas atitudes e não estão presentes apenas na rede. Na última sexta-feira (22) ele saiu de seu apartamento, em São Paulo, acoelhado no banco traseiro do carro para se esconder das manifestações promovidas pelo Levante Popular da Juventude.

Não se contam as pinturas feitas nos muros e nos asfaltos com a expressão “Temer Golpista”. E são crescentes as manifestações espontâneas, como a que aconteceu no último domingo (24), na Avenida Paulista, onde o foco principal é a deslegitimação do atual vice-presidente.

Ainda que tenha pedido ao seu staff para reagir aos ataques na internet, Temer não vai emplacar. Não há ferramenta de comunicação que funcione contra uma simbologia que se propaga na velocidade da luz.

A traição perpetrada pelo PMDB pode até ser contabilizada como jogo político; entretanto, o eleitorado não engole a chapa Temer-Cunha. Quando se diz que a presidenta Dilma não é o Collor – porque ela tem partido – a intenção é mostrar que de lavada a oposição não leva. Vai ter luta e a ruptura meio a meio da opinião pública já se evidencia em conflitos frequentes pelo país.

Como se disse anteriormente neste site, o Temer não governa; nem de um jeito, nem de outro. Agora ele vai tramando com Skaf e Serra uma maneira convincente de entregar o Brasil nas mãos do capital estrangeiro e dos empresários da Fiesp. Como disse o senador Hélio José (PMDB-DF), este mesmo público que vibrou com a votação do impeachment na Câmara vai “chorar lágrimas de sangue para o PT voltar daqui a dois anos”.

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