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“Tem muita gente querendo financiar esse negócio de impeachment”

Paulinho da Força: “tem muita gente querendo financiar o impeachment”

Paulinho da Força: “tem muita gente querendo financiar o impeachment” – Luis Macedo/ABr

Segundo o deputado Paulinho da Força (SD-SP), “tem muita gente quer financiar esse negócio de impeachment”. Áudio foi gravado e divulgado anonimamente na internet.

Saiu no HuffPost Brasil:

Aliado de Cunha, Paulinho da Força confirma que ‘muita gente quer financiar o impeachment’ e diz que não Dilma dura 1 mês

O deputado federal Paulinho da Força (SD-SP) repetiu na manhã desta segunda-feira (21), ao HuffPost Brasil, que há sim ‘muita gente quer financiar o impeachment’ da presidente Dilma Rosuseff (PT), conforme consta em um áudio que circulou ao longo do fim de semana nas redes sociais. Nele, o presidente da Força Sindical ainda critica a oposição e exalta o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de quem é aliado.

“O Senado que decide agora se afasta a presidente ou não. Por maioria simples, né. Ou seja, ‘se nós não tiver’ maioria simples no Senado, ‘podemo enfiá’ a violinha no saco, né. Mas ‘temo’. Aí então a presidente é afastada, assume o vice (Michel Temer) e monta um outro governo, enfim”, disse Paulinho, em uma reunião realizada nos últimos dias com aliados e sindicalistas, segundo ele.

“Esse trabalho todo terá de ser feito agora. Eu tenho discutido com alguns, que até hoje esse impeachment tá indo, eu vou falar a verdade, tá indo por causa do Eduardo Cunha. O impeachment só tá acontecendo por causa do Eduardo Cunha, porque a oposição nossa é muito ruim. A oposição me deu… a oposição deu mais trabalho pra ‘nóis’ que o governo. Toda vez que a coisa ia andando, a oposição ‘atrapaiava’”, continuou.

No áudio, Paulinho ainda sugere a formação de um “comitê nacional de impeachment”, formado por partidos da oposição e pela sociedade civil. Por fim, o parlamentar ainda diz haver “muita gente querendo financiar esse negócio de impeachment”. “E a gente hoje, por exemplo, se quiser um adesivo do impeachment não tem, se alguém quiser pôr no carro. Eu tenho a impressão que o povo não quer mais ir pra rua”, concluiu.

Ao HuffPost Brasil, Paulinho afirmou “não ter muito o que falar” sobre o teor do áudio. “É isso aí mesmo”, resumiu, preferindo não falar quem seriam os interessados em financiar o impeachment de Dilma. O deputado procurou elogiar a oposição que havia criticado (“melhorou muito com as posições do Aécio Neves e do Fernando Henrique Cardoso, ela está coerente”) e esboçou até falar em datas para a queda da presidente.

“Fizemos um acordo para fazer cinco sessões por semana, então se contar que faremos três nesta semana, acredito que até o dia 10 de abril cumpriremos o prazo regimental, podendo votar o relatório no dia 13. Tudo depende de acordo, é claro, mas acredito que vão passar na Câmara e no Senado, a Dilma cai até o dia 20”, avaliou, referindo-se ao afastamento obrigatório da presidente, o que acontece quando o Congresso dá início ao processo conduzido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

líder do Solidariedade se esquivou de responder os motivos que permitem que o processo contra Dilma tenha um trâmite tão rápido, em detrimento aos inúmeros recursos que protelam o andamento do processo de cassação de Cunha na Câmara, preferindo elogiar Michel Temer (“ele pode fazer essa transição, um mesmo papel que fez em 1992”).

Paulinho também deixou aberta a possibilidade do seu partido ter um papel ministerial em um eventual novo governo comandado por Temer – que já costura um acordo com o PSDB. “Acho que todos os partidos que ajudarem a derrubar o atual governo terão de ajudar a governar em um novo”, finalizou.

1 Comentário

  • O mais interessante, na gravação do (PAUZINHO DA FARSA), é que o entrevistador pela primeira vez, não usava um microfone, usava (UM PENICO), que o cachaceiro, em pouco tempo, encheu de (MERDA).Esse idióta pensa que o povo (TRABALHADOR E COM MORAL) não sabe que vários (PATIFES), estão interessados em financiar o (GOLPE). O Skaf já está tentando até vender o (PATO).

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