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Máfia da Merenda: justiça pede quebra sigilo fiscal e bancário

Máfia da Merenda: justiça pede quebra sigilo fiscal e bancário

Máfia da Merenda: justiça pede quebra sigilo fiscal e bancário – Foto: Roberto Navarro/Alesp

A Máfia da Merenda pode ser esmiuçada em suas entranhas. A Procuradoria-Geral de Justiça pediu a quebra de sigilo bancário e fiscal de Capez, “Moita” e Padula.

Ao menos uma expectativa de que a justiça possa alcançar os tucanos de São Paulo que desviaram merenda da mesa de estudantes do estado.

O governador Alckmin não tem se pronunciado sobre a questão.

É um silêncio sepulcral somente quebrado quando ele, ainda segurando a bandeira da ética, critica os petistas. E a justiça no encalço do Capez.

No R7:


Procuradoria pede quebra do sigilo bancário e fiscal do deputado Fernando Capez

A Procuradoria-Geral de Justiça requereu ao Tribunal de Justiça de São Paulo, nesta sexta-feira (5), a quebra do sigilo bancário e fiscal do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Fernando Capez (PSDB), citado no esquema de propinas da merenda escolar desmontado na Operação Alba Branca.

A Procuradoria pediu extensão da medida para o ex-chefe de gabinete da Casa Civil do governo Alckmin, Luiz Roberto dos Santos, o ‘Moita’, e o ex-chefe de gabinete da Secretaria da Educação do Estado, Fernando Padula, quadro do PSDB.

A Procuradoria também requereu acesso aos dados bancários e tributários de um assessor de Capez, Luiz Carlos Gutierrez, o Licá, e de dois ex-assessores do tucano, Jéter Rodrigues Pereira e José Merivaldo dos Santos, o ‘Meriva’, este ainda funcionário da Assembleia.

(…)


Em tempo: A Máfia da Merenda não adquire repercussão na velha mídia salvo raras matérias. O foco principal da mídia continua sendo o sítio de Atibaia, enquanto se estima que R$ 200 milhões foram surrupiados da merenda escolar de São Paulo.

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