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De Moro para Gilmar: reacendem o golpe no TSE

De Moro para Gilmar: reacendem o golpe no TSE

De Moro para Gilmar: reacendem o golpe no TSE – Foto: Reprodução

O golpe do impeachment agonizou após a salvadora intervenção do STF; mas no TSE do Gilmar Mendes se reacende a chama da cassação da chapa de Dilma.

O juiz Sérgio Moro afirmou que há comprovação de direcionamento de propinas para doações eleitorais registradas na campanha de 2014. E já ofereceu uma dúzia de delatores da Lava Jato para serem ouvidos no processo do TSE.

A Lava Jato não representa apenas a megalomania dos seus responsáveis. Sem rumo, ela vai se tornando um estigma de perseguição política.

Era só o que faltava: uma dobradinha Moro/Gilmar.

E na faixa de chegada o Aécio espera pela faixa presidencial.

Em O Globo:


 

Ao TSE, Moro diz que houve propinas em forma de doações registradas

O juiz Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava-Jato, informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que ficou “comprovado o direcionamento de propinas acertadas no esquema criminoso da Petrobras para doações eleitorais registradas”.

A constatação do juiz foi encaminhada ao TSE em outubro do ano passado após um pedido de informação do ministro João Otávio de Noronha, corregedor-geral da Justiça Eleitoral. Em ofício, Moro ressaltou que os delatores Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa, Pedro José Barusco Filho, Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, Milton Pascowitch e Ricardo Ribeiro Pessoa confessaram à Justiça que parte dos recursos acertados no esquema criminoso da Petrobras eram destinados a “doações eleitorais registradas e não-registradas”.

O juiz sugere que eles sejam ouvidos pelo TSE, uma vez que os “depoimentos abrangem diversos assuntos”.

Além das ações penais, há investigações em curso que poderão confirmar outros repasses de propina a campanhas eleitorais. Caso seja constatado, diz Moro, encaminhará as informações ao TSE.


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