Notícias

Cunha voltou e já tem manobra versão 2016

Cunha voltou e já tem manobra versão 2016

Cunha voltou e já tem manobra versão 2016 – Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Passa o tempo, as horas se passam e enquanto o STF faz vista grossa, Eduardo Cunha apronta das suas. Já manobrou contra processo de cassação.

A 55ª Legislatura retornou aos trabalhos na tarde desta terça-feira (02).

Foi tempo o suficiente para os asseclas de Cunha mostrar como se faz uma manobra de verdade. São irretocáveis neste ofício.

A Dilma que se cuide.

Todo mundo já viu em 2015 que com o Cunha não tem republicanismo ou diálogo. É tudo na base da chantagem e da pressão.

No Congresso em Foco:


Aliados interrompem ação contra Cunha

O Conselho de Ética da Câmara terá de votar novamente o parecer que pede a continuidade do processo contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por quebra de decoro parlamentar. A decisão de anular a votação que aprovou o parecer do relator do caso, deputado Marcos Rogério (PDT-RO), foi tomada pelo vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), ainda no dia 22 de dezembro. Ele atendeu a um recurso impetrado pelo deputado Carlos Marun (PMDB-MS). Os dois são aliados de Cunha.

No documento, Marun questiona a negativa do pedido de vistas do processo apresentado pelo deputado Genecias Noronha (SD-CE), que deverá propor um parecer alternativo contrário ao andamento do julgamento de Cunha.

A decisão de Maranhão só chegou ao Conselho de Ética nesta terça-feira. Marun declarou que não ficou surpreso com o resultado: “É o que se esperava”. Com a anulação da votação do parecer a favor do julgamento de Cunha tomada por Maranhão, Genecias terá dois dias, a contar da primeira reunião do colegiado marcada para amanhã, para apresentar um novo relatório sobre o caso Cunha. Este relatório alternativo será submetido à votação junto com o parecer original de Marcos Rogério. Se tiver apoio da maioria do Conselho de Ética, Cunha pode se livrar do processo de cassação pedido por deputados do Psol e da Rede.

Em resposta à interrupção do julgamento de Cunha no conselho de Ética, o Psol protocolou no colegiado um aditamento às denúncias que serviram de base para a à representação. São novas evidencias de que o presidente da Câmara utiliza o cargo para impedir a própria investigação. A tropa de choque pró Cunha pretende paralisar o processo ainda no conselho ou aprovar uma punição mais branda do que a cassação do mandato pedida na representação contra o presidente da Casa.

(…)


Deixe um Comentário!