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Governo aumentará crédito através de bancos públicos

Governo aumentará crédito através de bancos públicos

Governo aumentará crédito através de bancos públicos – Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Uma das alternativas para a aceleração da economia é a elevação dos créditos por meio dos bancos públicos; iniciativa do governo entrará em vigor em fevereiro.

Há muito se falava sobre a elevação do crédito.

É uma alternativa mais dinâmica e que pode colocar a economia novamente nos trilhos do crescimento.

Na Folha:


Governo elevará crédito por meio de bancos públicos, diz Nelson Barbosa

(…)

Folha: A presidente encomendou um pacote de medidas para ser apresentado logo no início deste ano?

Nelson Barbosa: A presidente encomendou diretrizes e estratégias de política econômica para este e os próximos anos. Envolve uma definição de prioridades, das medidas já enviadas ao Congresso e de novas medidas. Não é um pacote, é um programa de governo.

O que está para ser lançado?

Está em andamento o programa de concessões. Colocamos quatro aeroportos para concessão. Recebemos estudos sobre três ferrovias e estamos também concluindo negociações para novos investimentos em concessões existentes, como na Via Dutra. Há uma agenda de melhoria do ambiente de negócio e medidas para simplificar e desburocratizar a vida das empresas e das famílias.

No curto prazo, para estabilizar a economia, o que será feito de imediato?

Trabalhar para melhorar o foco e a eficiência dos programas de crédito direcionado.

Fizemos uma ampla revisão nos subsídios do governo. Feita a revisão, continua havendo crédito direcionado, com taxas abaixo de mercado, mas custo fiscal menor.

E há uma liquidez nos agentes financeiros públicos e no FGTS que pode ser utilizada para expandir o crédito em atividades prioritárias, como infraestrutura, habitação, saneamento e capital de giro de pequena e média empresa. É o que vamos fazer.

Isso com BB, Caixa…

Nos bancos públicos e no FGTS há liquidez. Hoje o problema não é de oferta, é mais de demanda. Mas podemos melhorar o foco das nossas políticas de crédito direcionado para atender às demandas principais da economia, de setores que querem investir e não têm recursos.

São medidas para construção civil e pequena empresa?

É isso que estamos avaliando, medidas para melhorar o foco do crédito direcionado e expandi-lo, sem custo adicional para a União. Com os recursos existentes, sem necessidade de subsídio do Tesouro. Esses créditos já têm um custo de captação menor. São medidas compatíveis com o equilíbrio fiscal, de um lado, e com a melhora da economia, de outro.

Quando elas estarão prontas?

Esperamos ter algumas propostas definidas até o início de fevereiro.

(…)


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