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Cerveró coloca FHC no Petrolão

Cerveró coloca FHC no Petrolão

Cerveró coloca FHC no Petrolão – Foto: Reprodução

Digamos que houvesse interesse da Lava Jato em descobrir as raízes do Petrolão. Aonde chegariam as investigações? Nos calcanhares do FHC. Mas como não vem ao caso…

Sérgio Moro sempre deu um foco inarredável à Lava Jato: não é combater a corrupção, não é passar a limpo as relações entre administração pública e administração privada. O foco é destruir o PT e livrar, de quebra, o PSDB da guilhotina.

Afinal, se houvesse lisura no processo de investigação, os áureos tempos do tucanato no Palácio do Planalto viriam ao caso.

Não seriam abafados de maneira sórdida e deixados sob um tapete que nem mesmo o Moro, herói que dizem ser, ousou levantar.

Este tapete imundo não sai do chão, ainda que a sujidade exale miasmas e contamine o ambiente. Tudo em nome da destruição do PT.

E a luta messiânica contra a corrupção?

Esta só vale contra os inimigos.

No Estadão:


Cerveró cita propina de US$ 100 milhões ‘ao Governo FHC’ na venda da Pérez Companc

(…)

“A venda da Pérez Companc envolveu uma propina ao Governo FHC de US$ 100 milhões, conforme informações dos diretores da Pérez Companc e de Oscar Vicente, principal operador de Menem e, durante os primeiros anos de nossa gestão, permaneceu como diretor da Petrobrás na Argentina”, relatou Cerveró.

Em outubro de 2002, a Petrobrás comprou 58,62% das ações da Pérez Companc e 47,1% da Fundação Pérez Companc. Na época, a Pecom, como é conhecida, era a maior empresa petrolífera independente da América Latina. A Petrobrás, então sob o comando do presidente Francisco Gros, pagou US$ 1,027 bilhão pela Pérez Companc.

No documento, o ex-diretor citou valores que teriam feito parte da negociação. “Cada diretor da Pérez Companc recebeu US$ 1 milhão como prêmio pela venda da empresa e Oscar Vicente, US$ 6 milhões. Nós juntamos a Pérez Companc com a Petrobrás Argentina e criamos a PESA (Petrobrás Energia S/A) na Argentina.”


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