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Pedaladas: TCU pode inocentar a presidenta Dilma

Pedaladas: TCU pode inocentar a presidenta Dilma

Pedaladas: TCU pode inocentar a presidenta Dilma – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo informações da colunista Mônica Bergamo, a presidenta Dilma Rousseff poderá ser inocentada de culpa por responsabilidade direta nas manobras fiscais.

Na verdade a presidenta jamais teve culpa neste processo. Não há do que ser inocentada.

O dinheiro que o governo investiu não foi desviado, não foi para a sua conta bancária e não serviu a nenhum de seus aliados políticos. O dinheiro foi sim investido no Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida.

Agora parece que o TCU se condói pela injustiça cometida. Ainda assim, quer punir ex-ministros. Depois de todo escarcéu do pedido de impeachment baseado nestas análises fajutas de contas, o TCU quer inocentar Dilma.

E se o fizer não será agora.

Precisa ver primeiro o circo pegar fogo no Congresso.

Se as fontes da colunista estiverem corretas e o tribunal confirmar que Dilma não teve responsabilidade direta nas manobras fiscais, o pedido de impeachment perderia o que já não tem: base e valor jurídicos.

Na Folha:

O TCU (Tribunal de Contas da União) pode inocentar a presidente Dilma Rousseff de responsabilidade direta pelas pedaladas fiscais.

De acordo com integrantes do TCU familiarizados com as investigações, o órgão pode estabelecer punições para o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e para o ex-secretário do Tesouro Arno Augustin. Eles teriam tomado as decisões sobre cada uma das pedaladas. As punições variam de multa a proibição de exercer cargos públicos.

Traduzindo para linguagem familiar, os mesmos integrantes comparam a situação de Dilma à da dona de casa que dá dinheiro para que sua empregada faça compras e pague outras contas. Ela não seria obrigada a saber de cada detalhe da administração dos recursos, sob responsabilidade direta da funcionária.

“É preciso diferenciar: o tribunal rejeitou as contas do governo da presidente Dilma, mas não estabeleceu ainda a responsabilidade direta pelas manobras fiscais”, afirma funcionário do TCU.

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