Blog do Mailson Ramos

Em Salvador, manifestantes defenderam a democracia

Em Salvador, manifestantes defenderam a democracia

Em Salvador, manifestantes defenderam a democracia – Foto: Mailson Ramos

A caminhada pela democracia, em Salvador, foi uma demonstração explícita de que o povo não aceita mais as imposições de políticos como Cunha, Aécio, Temer e Cia.

Do Largo do Campo Grande até a Praça da Piedade mais de quatro mil pessoas desfilaram expondo suas ideias e reafirmando seus propósitos pela manutenção da democracia. Não se viu um xingamento, uma expressão de ódio, uma demonstração de aversão a quem estivesse estático a observar de fora.

Integrantes do Levante Popular da Juventude promoveram uma encenação sobre a queda de Eduardo Cunha e a maneira como ele tem sido socorrido por parte da imprensa e da oposição.

A manifestação festiva trazia consigo uma ideia mais latente que é a defesa da democracia.

E democratas de verdade não excluem da discussão pessoas de outra cor.

Na diversidade das bandeiras de partidos e centrais sindicais, uma luta enormemente travada para mostrar que o projeto de Brasil mais justo não pode corroborar com o Golpe.

A impressionante alegria de senhoras que pediam a manutenção das políticas sociais do governo não era apenas um sintoma de sua necessidade, mas do coletivo, das outras que arrastavam sandálias pelo asfalto dizendo que “Cunha vai cair, mas também Levy”, numa crítica ao ajuste fiscal do ministro da Fazenda.

Falando ao Nossa Política, o ex-presidente da Petrobras, José Sergio Gabrieli, disse que aquela manifestação era muito importante para a democracia; segundo ele, a presença do povo nas ruas demonstra que nenhum ataque à democracia será permitido.

A capital mais negra do Brasil não pode ser simbolizada apenas pelos manifestantes da Barra.

Cada vez que a esquerda se juntar, bem como os movimentos negros, as centrais sindicais, as uniões estudantis e os partidos políticos, o golpismo será atenuado.

Confira aqui como foi a manifestação.

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