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O Príncipe da Privataria entra no Golpe

O Príncipe da Privataria entra no Golpe

O Príncipe da Privataria entra no Golpe – Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A manchete poderia ser: FHC continua alimentando o Golpe, afinal de contas, quando foi que ele esteve fora de algo que pudesse prejudicar os governos petistas?

A beata imagem dos tucanos discutindo o impeachment de Dilma esconde as verdadeiras faces do PSDB. É como se ali não houvesse lobo e sim cordeirinhos tentando derrubar um governo autoritário. Assim eles posam e assim querem ser vistos pelos brasileiros.

Tudo aquilo não passa de maquiagem: ali tem governador que mandou bater em professor, tem outro que mandou bater em aluno; tem senador que usou aeronaves de um Estado da República para dar carona aos amigos; tem também aquele outro senador da tarja preta que o Moro escondeu nos documentos da PF e um escondido no recorte da imagem que já fez chover dinheiro em João Pessoa. Isso, chuva de dinheiro em João Pessoa!

Mas o principal desta foto é o príncipe. O Príncipe da Privataria, mergulhando de cabeça na aventura de quem não conseguiu ser eleito nas urnas e agora quer assumir o poder.

Na Agência Brasil:

Os principais nomes do PSDB reuniram-se hoje (10) à noite em Brasília. O senador e presidente nacional do partido, Aécio Neves, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foram alguns dos presentes no encontro. Para o ex-presidente da República, existem motivos suficientes para concretizar o impeachment de Dilma Rousseff.

“Você desrespeitar reiteradamente a Lei de Responsabilidade Fiscal tendo em vista benefícios eleitorais, porque houve abundância de uso de recursos para uso em programas sociais em ano de eleição, é uma razão consistente”, disse FHC. Ele disse ainda que entende o impeachment como um processo jurídico-político e que um presidente só pode ser tirado no meio do mandato se houver “clima político”.

“Se esse clima se formar, há razões [para o processo de impeachment]. Se esse clima não se formar, não há razão que derrube um presidente da República que foi eleito, que teve voto. Não é um processo simples. Parece-me que o clima atual é de que o governo está muito paralisado. E um país como o Brasil, com tantos problemas pela frente, não pode ficar esperando que as coisas se resolvam por si. Precisa que haja ação política”, avaliou o ex-presidente da República.

(…)

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