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Polícia Federal faz varredura em mansão de Cunha

Polícia Federal faz varredura em mansão de Cunha

Polícia Federal faz varredura em mansão de Cunha – Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

A Polícia Federal está nos calcanhares de Eduardo Cunha. A varredura na mansão do presidente da Câmara foi autorizada pelo ministro Zavaski (STF) e pelo procurador-geral Rodrigo Janot (MPF).

Nesta semana em que tudo parece efervecere em Brasília, a Polícia Federal organizou buscas na mansão do presidente da Câmara. Eduardo Cunha estava em casa e os policiais foram acompanhados pelo advogado do deputado.

Ainda hoje haverá nova sessão da Comissão de Ética para confirmar se o processo vai à frente ou não. Esta decisão já deveria ter sido tomada não fossem as constantes intervenções da tropa do choque do Cunha, deputados que estão ali somente para tumultuar.

No G1 os detalhes da matinê policial do Cunha, na Península dos Ministros:

Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na casa de Cunha

A busca na residência de Cunha foi autorizada pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O objetivo da operação é coletar provas nos inquéritos que apuram se o presidente da Câmara cometeu os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Cunha já foi denunciado pela Procuradoria Geral da República ao STF por corrupção e lavagem de dinheiro, devido à suspeita de ter recebido pelo menos US$ 5 milhões por contratos de aluguel de navios-sonda pela Petrobras. O Supremo ainda não decidiu se aceita ou não a denúncia.

Cunha também é alvo de inquérito que apura suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro em razão de quatro contas na Suíça atribuídas ao parlamentar. A existência das contas é apontada em documentação enviada à Procuradoria Geral da República pelo Ministério Público suíço.

Desde que surgiram as primeiras suspeitas contra Cunha, o parlamentar sempre negou participação no esquema de corrupção investigado pela Lava Jato. Sobre as contas no exterior, ele afirma não ser o titular, e sim “usufrutuário”, delas.

Nesta terça, a assessoria do presidente da Câmara informou que ele está na residência oficial e que um de seus advogados acompanha o trabalho da PF. A princípio, a defesa de Cunha informou que não irá se manifestar porque ainda está tomando conhecimento da decisão.

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