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Brizola é incluído no Livro dos Heróis da Pátria

Brizola é incluído no Livro dos Heróis da Pátria

Brizola é incluído no Livro dos Heróis da Pátria

A presidenta Dilma Rousseff incluiu o nome de Leonel Brizola no Livro dos Heróis da Pátria. Esta é uma honraria prestada aos grandes brasileiros da história.

Homenagem mais do que merecida a um brasileiro que fez muito por nosso país. Brizola deve ser reverenciado pelas futuras gerações. Sua vida política é um legado de que o Brasil não pode abrir mão.

Cinquenta anos é muito tempo para se atestar a heroicidade de um brasileiro. Com a nova lei, dez anos são suficientes para incluir uma personalidade neste livro.

Na Agência Brasil:


Dilma inclui Leonel Brizola no Livro dos Heróis da Pátria

A presidenta Dilma Rousseff sancionou lei aprovada pelo Senado que inclui o político gaúcho Leonel Brizola no Livro dos Heróis da Pátria, que homenageia brasileiros que se destacaram na defesa e construção da história nacional. A lei foi publicada hoje (29) no Diário Oficial.

O livro, com páginas de aço, fica exposto no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Fundador do PDT, Leonel de Moura Brizola nasceu em 1922, em Carazinho, no Rio Grande do Sul, e morreu no Rio de Janeiro, em 2004. Foi o único político brasileiro a governar dois estados diferentes: o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro. Também foi prefeito de Porto Alegre, deputado estadual e deputado federal.

Brizola, teve participação expressiva na luta contra a ditadura militar e, após o golpe de 1964, viveu no exílio no Uruguai, Estados Unidos e Portugal até voltar ao Brasil com a Lei da Anistia. Foi candidato à Presidência da República por duas vezes e candidato à vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva na eleição de 1998, quando foram derrotados por Fernando Henrique Cardoso.

Leia também: No Livro dos Heróis da Pátria, Chico Mendes

O nome do político gaúcho vai aparecer no livro ao lado de nomes como Tiradentes, Zumbi dos Palmares, Dom Pedro I, Duque de Caxias, Alberto Santos Dumont, Chico Mendes, Getúlio Vargas, Heitor Villa Lobos e Anita Garibaldi, entre outros.

Prazo

A lei sancionada por Dilma também altera o tempo necessário para que uma personalidade possa ser homenageada no Livro dos Heróis da Pátria após sua morte, de 50 para dez anos. “A distinção será prestada mediante a edição de lei, decorridos 10 (dez) anos da morte ou da presunção de morte do homenageado”, diz a nova redação.


2 Comentários

  • Muito nobre e patriótico este ato da presidente Dilma, acende e reforça nossas lembranças sobre a dinâmica histórica do nosso país e reafirmando os feitos de grandes homens que passaram não só pela politica, mas também por outras áreas como: escritores, ambientalistas, inventores etc…, sendo sempre exemplos a serem seguidos.

  • Boa! Mandou bem! Este, os Covardes, os fascistas, os extremistas, os Terroristas, não poderão rasgar! A menos que desta vez mostrem suas ferramentas e tenebrosas caras sujas de sangue dos inocentes! De covardia! De oportunismo Saqueador! De LADRÕES nas CPI’S ENGAVEGADAS! DAS vidas NABABESCAS Nacional e principalmente internacional, com recursos públicos, das mortes nas filas hospitalares, das faltas de seguranças no ir e vir! Nós péssimos ensinos públicos! Nos enlatados, fetidos, chaqualhantes e caríssimos e imundos transportes públicos! O pior é que sempre pagaremos as contas, quando legítimamente requeridos, quando o certo seria sequestrar seus bens para para pagamento por todos os maus gestores públicos! “CELACANTO GERA MARÉ-MOTO”! Ou seriam MORTOS…?

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