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Vara de Curitiba perde o monopólio da Lava Jato

Vara de Curitiba perde o monopólio da Lava Jato

Vara de Curitiba perde o monopólio da Lava Jato – Crédito: Reprodução/Gazeta do Povo

 

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) obrigou os procuradores da Operação Lava Jato a declararem “parada técnica”. Acabou o monopólio da vara morinha.

O fatiamento da Operação Lava Jato obrigou os procuradores messiânicos a declararem “parada técnica”. Eles dizem que, apesar desta pausa, a intenção continua sendo a mesma que é chegar ao “núcleo político”. Leia-se: o Lula.

Como a Lava Jato não conseguiu destruir o governo Dilma e a ideia do impeachment não logrou, o petista volta ao centro das atenções. Acontece que, mesmo messiânicos e excelsos, os procuradores perderam a exclusividade das investigações. Quebraram o monopólio do juiz de Curitiba.

Na Folha:

O fatiamento da Lava Jato pelo STF (Supremo Tribunal Federal) causou uma “uma parada técnica” da operação. A afirmação foi feita na manhã desta segunda-feira (16) pelo procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, que falou sobre a 20ª fase da Lava Jato, deflagrada hoje.

A nova ação da Polícia Federal – apelidada de Operação Corrosão – ocorreu após 56 dias sem prisões. Nesta segunda, ao menos duas pessoas foram presas – uma delas, Nelson Martins Ribeiro, foi apontada como novo operador do esquema. A PF cumpriu ainda 11 mandados de busca e apreensão.

Leia também: A Lava Jato assume que é ditadura

Lima garante, porém, que apesar da “parada técnica”, a operação “continua vigorosa”.

O delegado Igor Romário de Paula disse que, se não fosse a decisão do STF (que transferiu a outras instâncias as investigações sobre desvios em outras estatais e ministérios), a Lava Jato já estaria “em sua 23ª ou 24ª fase”.

Para eles, o fatiamento exigiu um “redimensionamento” da investigação, que deixou de ser horizontal (atuando em outros órgãos públicos) para ser vertical – ou seja, aprofundando o descobrimento do esquema na Petrobras.

(…)

base10

1 Comentário

  • Juiz Moro, mais um bobo de direita, que em breve, ele, a Opreração lava-jato, Curitiba, só serão longevas lembranças nacionais. A única coisa que restará num futuro próximo a este cidadão é escrever um livro, contando suas peripécias como juiz de 1a instância, na cidade de Curitiba, que fez o país parar por um centésimo de segundo, para vê-lo.

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