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Fim de papo: tucanos já traem Eduardo Cunha

Fim de papo: tucanos já traem Eduardo Cunha

Fim de papo: tucanos já traem Eduardo Cunha – Crédito: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

 

O deputado Valdir Rossoni (PSDB-PR) publicou críticas abertas em seu Twitter. Os tucanos começam a rechaçar Eduardo Cunha, aquele a quem sempre protegeram.

Oportunistas como somente eles sabem ser, os tucanos começam a rechaçar Eduardo Cunha. Se durante muito tempo depositaram a esperança do golpe nas mãos do presidente da Câmara, agora se colocam em posição contrária. Tudo se explica por uma matéria da ‘Época’, em que o tucano Valdir Rossoni publicou crítica ao peemedebista nas redes sociais.

Tarde demais para um arrependimento. Os tucanos sempre souberam com que mantinham alianças. A reação plena de animosidade não esconde o fato de que, na Câmara, o PSDB fez e tudo para proteger o Cunha e instá-lo a comandar o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff. Aos poucos, máscara por máscara, o Brasil começa a ver quem são de fato os golpistas.

Vale a pena conferir a nota da revista ‘Época’:

O deputado Valdir Rossoni (PSDB-PR) publicou na noite da quinta-feira, no Twitter, uma imagem crítica ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha. A montagem traz duas fotos, uma da presidente Dilma Rousseff e outra de Cunha. Acima delas, uma pergunta: ‘Quem faz mais mal ao Brasil?’… O PSDB da Câmara é aliado de Cunha e o tem poupado diante das acusações. Apesar disso, Rossoni é o segundo deputado da legenda que questiona o presidente da Câmara nesta semana. O primeiro foi o deputado Betinho Gomes, que defendeu o afastamento de Cunha da presidência da Casa”.

Rossoni disse que publicou a mensagem para ‘sentir a temperatura’ dos seus eleitores nas redes. Se eles defendiam o afastamento de Dilma, de Cunha ou dos dois. ‘Eu achava que o Eduardo Cunha tinha a coragem de colocar em votação o impeachment. Se ele cair acho que vai tudo por água abaixo’, disse o deputado. Questionado, o tucano disse que, se ficar provado que Cunha tem contas na Suíça, ‘nada justifica’. ‘Se os recursos não tiverem origem, tem de ser cassação (do mandato). Se for verdade a história da conta na Suíça, não existe como defender’, concluiu”.

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