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Suplicy é hostilizado por direitistas em livraria

Suplicy é hostilizado por direitistas em livraria

Suplicy é hostilizado por direitistas em livraria – Crédito: Reprodução/AE

 

A onda de intolerância foi vista desta vez na Livraria Cultura, em São Paulo. Os autoproclamados “coxinhas” foram hostilizar o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad que concedia entrevista à CBN. Acabou sobrando para o Suplicy e parte da equipe da prefeitura paulistana.

É preciso observar que eles já não reivindicam, gritam roucos; eles não protestam, agridem. São grosseiros, mas antes de tudo incapazes de dialogar.

Do JB:

Um grupo de manifestantes anti-PT hostilizou o secretário municipal de direitos humanos Eduardo Suplicy (PT-SP), no sábado (24) na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

Ao ver o petista, eles gritaram “Suplicy, vergonha nacional”. O grupo exibia faixas com críticas à presidente Dilma Rousseff e mini-pixulecos, boneco inflável do ex-presidente Lula com uniforme de presidiário. Eles ainda cantavam  “chora petista, bolivariano, a roubalheira está acabando”.

Suplicy respondeu a eles que “são vergonhosos aqueles que não querem a democracia” e chegou a discutir com uma manifestante antes de deixar o local.

O secretário disse que normalmente  é festejado por onde vai e que “foi a primeira vez que isso aconteceu”.  “São pessoas extremamente intolerantes que não querem saber da verdade, porque quando me dispus a falar com eles só sabiam gritar e agir com agressividade”, disse.

Para ele,  as manifestações mirando políticos, principalmente do PT, são reflexos das revelações dos esquemas de corrupção feitas pela Operação Lava Jato.

Suplicy estava na Livraria Cultura para acompanhar o prefeito Fernando Haddad, que foi sabatinado no auditório do estabelecimento pela Rádio CBN. O prefeito de São Paulo também foi hostilizado pelos manifestantes, que gritaram palavras de ordem contra o PT durante a sabatina e no momento em que ele saiu do local.

Há cerca de dois meses, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo também foi alvo de protestos na livraria.

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