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Lula interpela ‘Veja’ e ‘Época’ na justiça

Lula interpela ‘Veja’ e ‘Época’ na justiça

Lula interpela ‘Veja’ e ‘Época’ na justiça – Crédito: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

 

A sanha da mídia golpista não arrefece. O ex-presidente Lula mais uma vez interpelará judicialmente jornalistas de ‘Veja’ e ‘Época’. Os advogados entrarão com a interpelação para que os jornalistas reafirmem o que publicaram ou confessem que erraram.

De qualquer modo estarão desmoralizados diante da opinião pública. As duas revistas estão se revezando na posição de algozes do ex-presidente. Entretanto, nenhuma das matérias publicadas tem sua veracidade confirmada por meio de documentos.

Abaixo nota do Instituto Lula:

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  apresentaram pedidos de interpelação judicial para que jornalistas das revistas Época e Veja reafirmem ou não informações mentirosas publicadas em seus meios de comunicação.

Ao longo deste ano, Lula tem sido alvo de uma campanha de difamação que tem como objetivo manchar sua biografia e distorcer a percepção de sua gestão à frente da Presidência da República, que teve ampla avaliação positiva. Respeitando a liberdade de imprensa, o ex-presidente exerce seu direito de ir à Justiça questionar informações equivocadas veiculadas pela imprensa.

Os advogados do ex-presidente Lula apresentaram ações de interpelação judicial contra os jornalistas Filipe Coutinho, da revista Época, Rodrigo Rangel e Hugo César Marques, editor e repórter da revista Veja, para que eles esclareçam textos que relacionam, de forma mentirosa, Lula às investigações da Operação Lava Jato.  E também pela reportagem “Nosso Homem em Havana”, de Thiago Bronzatto, publicada na revista Época em agosto, que acusa o ex-presidente de tráfico de influência em seus encontros com presidentes de outros países.

Após o fim do seu mandato, Lula se encontrou com mais de 45 chefes de estado (entre presidentes e primeiros-ministros). A lista desses encontros  está disponível no relatório do Instituto Lula. O texto de Época afirma que “sempre” teria havido tráfico de influência em tais encontros, o que jamais aconteceu.

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