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Dilma: o que estão fazendo tem nome. É golpe!

Dilma: o que estão fazendo tem nome. É golpe!

Dilma: o que estão fazendo tem nome. É golpe! – Crédito: Roberto Stuckert Filho/PR

No Concut, Dilma rechaça o golpismo e vai para cima da oposição: “quem tem moral suficiente, reputação ilibada e biografia limpa para atacar a minha honra?”

A presidenta Dilma Rousseff alterou sua agenda nesta terça-feira (13) para participar do Concut, o 12º Congresso Nacional da CUT. Para uma plateia de 2,5 mil pessoas, a presidenta falou abertamente sobre assuntos como o golpe. Dilma disse que a crise política no Brasil é uma expressão dos conflitos criados pela oposição para fazer um terceiro turno. Dilma deveria ter empregado este discurso algumas vezes em que preferiu silenciar. Mas esta foi a constatação de que, pelo menos, a presidenta percebe que atrás desta história de republicanismo o que existe é sede por poder.

No Estadão:

A presidente Dilma Rousseff aproveitou a abertura de um evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT) nesta terça-feira, 13, para fazer a defesa mais enfática de seu mandato. Para uma plateia de 2,5 mil pessoas formada por integrantes da organização sindical e de movimentos sociais Dilma afirmou que as articulações políticas para realizar o impeachment são um “golpismo escancarado” e que crise política do Brasil se expressa na tentativa da oposição de fazer o “terceiro turno”.

“Querem criar uma onda que leve de qualquer jeito ao encurtamento do meu mandato, sem fato jurídico. E isso tem nome”, disse a presidente, sendo complementada pela plateia, que gritou: “golpe”. A presidente se referiu aos seus opositores como “moralistas sem moral” e perguntou: “quem tem moral suficiente, reputação ilibada e biografia limpa para atacar a minha honra?”. Após aplausos e gritos de apoio da plateia, emendou: “lutarei para defender o mandato que me foi dado pelo voto popular”.

Ainda sobre seus opositores, Dilma afirmou que eles votam contra medidas que “eles próprios aprovaram no passado”. “Votam contra o que fizeram quando estavam no poder. Todos os dias espalham o ódio e a intolerância nas redes sociais e na mídia”, disse. “Tenho consciência que esse processo não é apenas contra mim, é contra o projeto que fez o País superar a miséria e elevar milhões de pessoas para a classe média”, afirmou, emocionando-se ao pedir o apoio da CUT.

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