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Alckmin é vaiado por grupo de professores

Alckmin é vaiado por grupo de pais e professores

Alckmin é vaiado por grupo de pais e professores – Crédito: Reprodução/Band

 

O governador Geraldo Alckmin foi vaiado durante entrega de viaduto no interior de São Paulo. Professores fizeram uma manifestação pedindo a reabertura das escolas fechadas pelo governo estadual.

Com gritos de ordem e chamando a atenção da imprensa, um grupo de professores e pais de alunos reivindicava a reabertura das escolas fechadas pelo governo paulista. Mais uma vez o movimento que não tem cobertura da mídia apareceu chamou a atenção.

No Estadão:

Nos cartazes, era possível ler “Alckmin, não feche nossas escolas” e “Inimigo da educação”. Os professores ainda gritaram palavras de ordem e entoaram músicas de protesto. “Geraldo Alckmin diga a verdade: educação nunca foi prioridade”, cantaram.

Cartaz de Professor

Mesmo com o ato, Alckmin parou para tirar fotos com seus apoiadores, que respondiam as vaias dos professores com aplausos para o governador. No palanque, o tucano destacou os benefícios das obras do governo estadual para a cidade de Campo Limpo Paulista, demonstrando pouco desconforto com a manifestação.

Críticas

Apenas no fim do discurso, que durou cerca de cinco minutos, Alckmin se dirigiu aos manifestantes. “O governo federal, os petistas, investem 18% em educação. Os estados do Brasil, em geral, investem 25%. São Paulo é o único Estado que investe 30% em educação”, afirmou. Os professores revidaram com gritos de “Mentira! Mentira! Mentira!”. “Para encerrar, queria dizer que, antes de ser político, prezo de ser cristão: já estão todos perdoados”, respondeu o governador.

Em uma conturbada e breve coletiva de imprensa, Alckmin negou que houve recuo após anunciar um número de escolas a serem fechadas menor do que o inicialmente previsto. “Foi conforme o planejado”, disse. “Nossa preocupação é com a qualidade das escolas.”

Com a aproximação dos professores, que não pararam de gritar, seguranças cercaram o governador e tentaram abrir espaço para que ele pudesse sair do local. Houve gritaria e confusão. Membros da comitiva também discutiram com professores.

 

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1 Comentário

  • Não foi uma manifestação espontânea de professores, foi um ato organizado pela Apeoesp-PT. O pretexto do sindicato teleguiado por Lula é desviar as atenções das investigações Lavajato e Zelotes, que fecharam o cerco ao ex-presidente e seus familiares. A reorganização da educação em SP pretende aproveitar as classes ociosas da rede pública para criar 754 escolas de ciclo único no Estado. A medida permitirá ao Estado dar outro salto de qualidade na educação. Melhor para os alunos e professores.

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