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Solla: dinheiro da campanha aecista foi bento pelo Papa

Solla: dinheiro da campanha aecista foi bento pelo Papa

Solla: dinheiro da campanha aecista foi bento pelo Papa – Crédito: Gabriela Korossy/Câmara dos Deputados

 

Não se sabe como, mas o Ricardo Pessoa, da UTC, consegue distinguir o dinheiro investido na campanha do Aécio e aquele destinado à campanha da presidenta Dilma. Um é dinheiro bento, o outro tem a marca da corrupção.

O deputado Jorge Solla (PT-BA) questionou na última terça-feira os dois pesos e duas medidas do presidente da UTC, Ricardo Pessoa, que sabe distinguir a diferença entre o dinheiro investido na campanha da presidenta Dilma Rousseff e de seu adversário, o senador Aécio Neves.

Cai nas graças da imprensa uma informação em que o dinheiro investido na campanha de Dilma tem a marca da corrupção e o dinheiro investido na campanha de Aécio é sempre oriundo “do banco do Vaticano” ou de quermesse, como diriam alguns blogueiros.

A matéria abaixo é reprodução do site do deputado Jorge Solla.

O deputado federal Jorge Solla questionou nesta terça-feira (15), o posicionamento do presidente da UTC, Ricardo Pessoa, que doou R$ 44 milhões para mais de 20 partidos na eleição passada, mas que afirma que só o dinheiro que foi para o PT é de corrupção.

A UTC doou R$ 8,7 milhões para a campanha de Aécio Neves (PSDB), quase um milhão e meio a mais do que os R$ 7,5 milhões doados para a campanha de Dilma Rousseff (PT). “Que doação é essa que o adversário é que recebe mais? Como é que marca as cédulas para saber a que veio do dinheiro da propina e a que veio com licitação não-fraudada e não-ilícita?”, questionou Solla.

Durante a CPI da Petrobras, o parlamentar ainda lembrou que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu R$ 1,85 milhão da UTC, que mantém contratos bilionários com o Estado para construção de presídios, metrô, rodovias e outras obras.

Ainda de acordo com Solla, o interesse da UTC em financiar a campanha de Aécio também se dá graças ao cartel de empreiteiras e superfaturamento da obra da Cidade Administrativa de Minas Gerais, em que oito das nove empresas participantes da construção doaram recursos para a campanha do então candidato tucano.

 

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