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Qual é a do Gilmar Mendes?

Qual é a do Gilmar Mendes?

Qual é a do Gilmar Mendes? – Crédito: Fellipe Sampaio/ SCO/ STF

 

Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada, indaga: qual é a do ministro Gilmar Mendes, aquele que criou o Daniel Dantas?

Como explicar o tresloucado voto do ministro (sic) Gilmar, amplamente derrotado nos históricos 8 a 3?

Não foi à toa que o Janio considerou que ele mentiu – e o Verissimo, também.

Foi um voto à feição do padrinho, o Príncipe da Privataria: para dar um Golpe por pura vingança, como diz o Ciro.

A vingança dos derrotados, dos que não chegam ao poder pelo voto.

Esse o ponto central da estratégia secreta do ministro (sic).

Com o tresloucado voto, ele se desqualificou inteiramente como Juiz.

Não serve mais para julgar Miss Diamantino, porque estará sempre sob suspeita grosseira.

Como juiz ficou condenado à minoria irremediável no Supremo, mesmo com a PEC da Bengala.

Fará parte, sempre, do grupo que perde.

No pleno e na Câmara.

Qual o futuro dele?

Preencher o abismal vácuo que existe hoje na Oposição.

É uma Oposição sem líderes e sem ideias.

Ideias o ministro (sic) também não tem.

Não vai além do farisaico, tartúfico udenismo dos que fizeram e se locupletaram na Privataria Tucana.

E logo ele, que era Advogado Geral do FHC durante a privatagem.

E por isso, entre outros motivos nobres, deu dois HCs Canguru a certo banqueiro, em 48 horas, apesar de indiscutível reportagem do jn que a Globo tenta censurar.

Sempre no recesso do Supremo, sob o mesmo silencio e na mesma treva em que deu o HC a Roger Abdelmassih!

Um campeão da Moral!

Mas, há um buraco que ele pode ocupar.

É o que o presidente Barbosa não preencheu nem o Juiz da Vara de Guantánamo.

O de líder da Oposição.

Porque o FHC, Aecím, o Tarja Preta parlamentarista e o Geraldinho Alckmin, o das chacinas em série, com direito a pré-chacinas – essa turma não passa de Resende.

Eles querem dar o Golpe sem povo – e sem líderes!

Há um Golpe na praça sem líder!

Não há de ser a Bláblárina, que desapareceu em algum ponto da floresta encantada do Itaúúú.

(Até hoje a Bláblá não se pronunciou sobre a Laudato Si, a encíclica do Papa sobre o meio ambiente.

Deve ser porque o papa acusa os ricos de poluir o mundo.

E ela sabe que hóstia é a mais doce…

O líder da Oposição pode ser o ministro (sic).

Teatralidade ele tem.

Lembram do “a-té-o-Ban-co-do-Bra-sil, se-nho-res”?

Aquele “momento novela das oito” do mensalão – o do PT, porque o tucano sumiu com a credibilidade do ministro (sic).

Cobertura pigal, então, nem se fala.

Ele julga no PiG.

Na verdade, nem precisa despachar no Supremo.

Os votos dele são anunciados em manchete, sem qualquer pudor, no PiG.

Dinheiro não faltará à campanha.

Um candidato de Oposição com esse currículo levanta dinheiro em qualquer quermesse…

Com uma vantagem.

Candidato pode advogar.

Pode dar parecer.

(Não que certos juízes não advoguem, através de suas ilustres esposas. Mas, essa é outra história – sinistra…)

Como faz o Big Ben de Propriá.

Ele iniciou o julgamento do mensalão do PT na hora exata em que o povo de São Paulo ia votar no Haddad.

E foi dar parecer para o Aecím justificar aquela trampa do aeroporto do Titio, e que o repórter da Fel-lha fez desmoronar, mesmo depois do arquivamento pelo Ministério Publico (sic) de Minas.

Que tal?

Dar pareceres milionários e ser o verdadeiro líder da Oposição.

E com a toga invisível a lhe cobrir a calva, como a auréola de um santo!

Em tempo: recomenda-se a leitura do irrepreensível “Operação Banqueiro”, livro de Rubens Valente, em que se verá que “sem o Gilmar, o Dantas não existiria”.

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