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Gilmar Mendes: ficar sem presidente pode ajudar o país

Gilmar Mendes: ficar sem presidente pode ajudar o país
Gilmar Mendes: ficar sem presidente pode ajudar o país – Crédito: Reprodução/STF

 

Gilmar Mendes continua soltando os seus resmungos. Desta feita alfinetou Dilma. Ele deve estar se condoendo por causa dos vetos ao financiamento de campanhas.

Foi só a Folha de S. Paulo publicar ontem que a presidente Dilma teria referendado a decisão do STF e vetado o financiamento privado de campanhas eleitorais para Gilmar Mendes se condoer. E ele se condói não em segredo. O faz para que toda a República sinta sua paixão pelas doações de empresas às campanhas. Não foi à-toa que sentou durante um ano e meio sobre a ADI enviada pela OAB.

Gilmar Mendes se contorce sobre sua poltrona conspirando para lá, resmungando para cá, sendo sempre ele mesmo: um abcesso para a República deste país. Porque, afinal, quem precisa de um sujeito como ele? Quem precisa de um juiz com ares de político, que põe sua ideologia à frente dos interesses e da imparcialidade exigida por seu cargo?

Do Infomoney:

Conhecido pelas declarações duras contra o governo da presidente Dilma Rousseff e o PT, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Gilmar Mendes, disse que ficar sem presidente da República pode até ajudar o Brasil.

A fala de Mendes ocorreu durante debate sobre como o TSE deveria proceder em relação à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de proibir as doações de empresas a campanhas eleitorais.

Segundo informações do Valor Econômico, o presidente do TSE, José Dias Toffoli, disse ser favorável a que as doações sejam mantidas até o fim do ano, já que a corte constitucional e tribunal de última instância brasileiro não estipulou uma data certa para o fim do financiamento.

Por sua vez, Mendes afirmou que em sua decisão o considerou as doações ilegais desde sempre, inviabilizando os mandatos de todos os políticos que se elegeram usando o instrumento. “A rigor, hoje, não temos presidente da República, o que, talvez, até; ajude”, afirmou Mendes, alfinetando a presidente Dilma Rousseff, mas sem citá-la nominalmente.

Mendes, em seguida, insistiu que o TSE e o STF rediscutam o assunto das doações privadas.

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