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Um conglomerado oposicionista contra Dilma

Um conglomerado oposicionista contra Dilma

Um conglomerado oposicionista contra Dilma – Crédito: Lula Marques/Agência PT

 

Formou-se um grupo – que também pode ser chamado de conglomerado – com intenções oposicionistas e de incitação ao ódio político. Eles estão contra o governo Dilma e ponto final.

Não precisa ser vidente para saber quem aderiu ao conglomerado oposicionista contra a presidenta Dilma Rousseff. Não foi ainda o povo brasileiro e o eleitorado em sua totalidade; também não foram as imensas corporações vinculadas aos projetos de infraestrutura do país; também não foram as mães de família que ainda recebem o Bolsa Família ou uma casa do Minha Casa Minha Vida.

O conglomerado oposicionista que tenta massacrar o governo é, sobretudo institucional e nasce nos partidos que outrora esfacelaram este país. Não se sabe do que eles têm medo: viram o Brasil quebrar três vezes diante de suas barbas; neste quadrante se encaixa Aécio Neves, FHC, José Serra, Eduardo Cunha, Agripino Maia, entre outros.

Eles conseguem anuência junto às classes média e média alta para provocar manifestações em domingos ensolarados. Muito possivelmente aderem a pautas invisíveis e no final das contas não reivindicam nada, tornando-se assim massa de manobra nas mãos de políticos oportunistas.

Mas um grupo oposicionista de direita que se preze deve ter um braço estendido sobre o mar das notícias. É onde entra a imprensa brasileira com sua sede inefável por poder e sua canalhice descomunal. Se Dilma desse nome aos bois, pelo menos aos bois mais enfezados, talvez os editores percebessem o descrédito a que estão sendo submetidas as suas empresas.

A imprensa deixou de ser oposição para manobrar, como braço direito dos golpistas, pelo fim do governo Dilma. A ela não bastou isentar a imundície do PSDB, do PP, do DEM, todos também envolvidos na Lava Jato. Como investigadores (para além de amadores), os jornalistas foram enviados para devassar vidas alheias e mentir descaradamente,

Como se este bloco não fosse o bastante combativo, alia-se a ele figuras imponentes do judiciário que tem se esquecido das atribuições do Direito para se apascentar nas ideologias políticas. Um deles já se aposentou para se tonar jurista através do Twitter, enquanto o outro continua “tucanando” em voos no STF.

Este monolítico grupo de oposicionistas é tão aterrador que vai acabar incitando uma forma de violência muito mais nociva do que a bomba atirada no Instituto Lula. O desatino perambula pelas ruas; do ódio político já não se fala, tornou-se peça comum no cotidiano das massas em atrito.

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