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MBL acampa em frente à casa do Cunha

MBL acampa em frente à casa de Cunha

MBL acampa em frente à casa de Cunha – Crédito: Reprodução

 

O Movimento Brasil Livre (MBL) acampou à frente da casa oficial do Eduardo Cunha, em Brasília. Os ativistas reivindicam a apreciação dos pedidos de impeachment.

O MBL (Movimento Brasil Livre) se encontra ancorado em frente à residência do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Ao todo trinta “ativistas” pressionam o deputado peemedebista a acatar o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, apresentado por eles no primeiro semestre deste ano.

Vale lembrar que o MBL é aquele movimento coordenado por Kim Kataguiri, o moleque irresponsável que em meio a uma atmosfera de ódio político consegue agitar outros celerados. O MBL foi ensinar vigário a rezar missa. Não precisa fazer muito escarcéu porque a apreciação do impeachment é o plano prioritário de Eduardo Cunha.

Antes das manifestações programadas para o mês de agosto, o MBL antecipa uma pauta que vai perdurar insistentemente no agendamento midiático e nas iniciativas da oposição. O PSDB já aderiu às manifestações, como aconteceu nas anteriores, com a diferença de que desta vez o senador Aécio Neves poderá caminhar ao lado dos manifestantes.

Segundo informações do site Último Instante, os ativistas chegaram ao local por volta das 20h. Quando Cunha chegou à residência, cumprimentou os ativistas e fez selfies com eles. “Ele está bastante popular. Já que o governo está impopular e ele rachou com o governo, ele está popular”, disse o estudante de economia Maurício Bento, 23, coordenador do MBL Brasília.

O MBL também coordenou uma caminha contra a corrupção que partiria de São Paulo até Brasília e chegaria à capital federal no início de abril. Meia dúzia de gatos pingados gastou (seguidos por um ônibus com ar condicionado e alguns carros) alguns dias para chegar a Brasília onde não foram recebidos nem mesmo por quem os patrocinou.

O MBL vai propor o impeachment da presidenta Dilma, em agosto. Deve se juntar a uma trupe de sujeitos que conservam nas entranhas um ódio político figadal.

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