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Dilma: golpista mostra na prática as tentativas

Dilma: golpista mostra na prática as tentativas
Dilma: golpista mostra na prática as tentativas – Crédito: Roberto Stuckert/PR

 

Dilma: golpista mostra na prática as tentativas

Reagir diante das investidas do golpe era a primeira coisa que faltava à presidente Dilma Rousseff. Ela terá, com a força de sua reação, poder para imprimir a melhoria da agenda do governo. Os desafios são duríssimos. Mas se a presidente começa a defender seu governo com unhas e dentes, mostra que enfim saiu da defesa. Matéria da Agência PT de Notícias.

A presidenta Dilma Rousseff rebateu, nesta quinta-feira (9), as acusações do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de que tentou ”inibir instituições”, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), durante em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, publicada na terça-feira (7).

“Não há nenhuma garantia para que qualquer senador da República, muito menos o senhor Aécio Neves, possa prejulgar quem quer que seja, possa definir o que uma instituição vai fazer ou não”, declarou, durante a VII Cúpula dos Brics, na Rússia.

A presidenta acrescentou que “respeitar a institucionalidade começa por respeitar as instituições, suas decisões e o seu caráter autônomo, soberano e independente”.

Segundo Dilma, não se discute quem é golpista. “Quem é golpista mostra na prática as suas tentativas, que começam por isso: prejulgar uma instituição. Não há dentro nem do TCU, nem do TSE, a possibilidade de dizer qual será a decisão. Até porque o futuro é algo que ninguém controla. Nem eu, nem ninguém”, defendeu.

A presidenta lembrou que o TCU ainda não apresentou parecer definitivo sobre as contas do governo e estranhou o pré-julgamento que vem sofrendo.

“Ao contrário, quem coloca como já tendo tido uma decisão está cometendo, eu acho, um desserviço para a instituição, para o TCU e para o TSE”.

Em sua conta no Facebook, o ex-presidente Lula defendeu a presidenta. “Hoje, vivemos o período de maior solidez da nossa democracia desde a proclamação da República. O acúmulo das lutas do povo brasileiro forjaram as bases de um país mais rico, menos desigual e consciente de seu potencial. Por isso, não há espaço para retrocesso: o tempo do golpismo passou para nunca mais”.

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