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Jô Soares sofre ameaças de morte

Jô Soares sofre ameaças de morte

Jô Soares sofre ameaças de morte – Crédito: Roberto Stuckert Filho/PR

 

Jô Soares sofre ameaças de morte

Manter uma posição política e sustentá-la neste momento pode ocasionar uma banalização do ódio. De parte a parte. Mas o ódio conservado contra o PT, Lula e Dilma, tem sido mais visceral. A aversão tem alcançado inclusive aqueles que defendem a presidente. Desta vez o alvo foi Jô Soares e as ameaças não permaneceram no campo das palavras. O gesto foi mais concreto e a TV Globo colocou segurança policial durante as gravações do Programa do Jô.

A TV Globo, este partido ideológico-midiático, foi aquela que deu sustentação às manifestações de março de abril. O amigo leitor há de se lembrar dos bonecos representando Dilma e Lula, presos a uma corda numa ponte em SP. Era dia de manifestação. Dia de democracia, como diziam. O ódio ali começava a ser propagado. No Rio de Janeiro expulsaram uma senhora das ruas porque ela contestou a manifestação e rebateu as críticas à Dilma Rousseff. Aonde vamos chegar com isso? Não pode saber.

Pelo menos Jô Soares usufrui de certa popularidade e pode ter uma segurança pessoal. Mas o mesmo não se pode dizer de um cidadão qualquer que porventura venha a defender o governo ou a presidente. Estamos diante da repressão do ódio político. O site Nossa Política reproduz matéria do Jornal do Brasil, como informações do jornal Agora São Paulo.

Após ter sofrido ameaças, o apresentador Jô Soares teve sua segurança reforçada pela Rede Globo. Jô tem sido hostilizado desde que entrevistou a presidente Dilma Rousseff em seu programa de televisão. A informação é do jornal Agora São Paulo.

Na semana passada, a calçada em frente à casa do apresentador, em Higienópolis, foi pichada com a frase “Jô Soares, morra”.

Agora, Jô é escoltado por seguranças até as gravações, no estúdio. O esquema também foi reforçado às segundas-feiras, quando o programa é gravado em estúdio.

Apesar de tudo, Jô Soares encarou com humor a situação: “Ainda bem que não marcaram a data”, disse à Folha de S. Paulo.

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