Notícias

Imbassahy: paladino de uma ética caolha

Imbassahy: paladino de uma ética caolha

Imbassahy: paladino de uma ética caolha – Crédito: Reprodução

 

Imbassahy: paladino de uma ética caolha

Nos últimos tempos a política brasileira tem sido infestada por paladinos da ética; a imprensa tentou acender uma oposição apagada que, agora, é também uma oposição sem direção: miram na presidente Dilma e acertam o país. Antônio Imbassahy é conhecido dos baianos, especialmente dos soteropolitanos, que o elegeram prefeito por dois mandatos. Foi ele o idealizador do metrô da cidade de Salvador, a lenda urbana da política brasileira, o depósito de verbas mais escabroso da história da Bahia, o fato irrepreensível de que a corrupção no Brasil é uma velha senhora.

Recentemente o TCU (Tribunal de Contas da União) detectou sobrepreço de ao menos R$ 166 milhões, em valores da época, e responsabilizou gestores indicados por Imbassahy, além das empresas envolvidas, as mesmas que agora serão investigadas pelo tucano na CPI.

Imbassahy é deputado federal, e vice-presidente da CPI da Petrobrás. Parece se esquecer dos velhos malfeitos de sua gestão sob a sombra de Antônio Carlos Magalhães. Como sempre acontece com os tucanos, o processo do metrô anda com a morosidade dos trilhos enferrujados do judiciário brasileiro. Quando se trata deles, a justiça emperra. Dá vazão para que um desqualificado como Antônio Imbassahy aponte para a presidente da República ou mesmo seja mesmo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Logo ele. Matéria a seguir é conteúdo do Estadão.

O vice-presidente da CPI da Petrobras, deputado Antônio Imbassahy (PSDB-BA), disse que “não dá para acreditar” que a presidente Dilma Rousseff não teve conhecimento do esquema de corrupção na Petrobras deflagrado pela Operação Lava Jato. “Essa coisa de ficar dizendo que não sabia começou lá atrás, no mensalão. Não dá para a gente acreditar. Ela foi presidente do Conselho de Administração durante oito anos”, criticou o tucano.

Em entrevista à emissora de televisão France 24, Dilma afirmou que é “impossível” que esteja envolvida no escândalo e que lutará “até o fim” para mostrar que não está ligada ao esquema.

Imbassahy lembrou que Dilma foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras e tomou decisões relevantes, como a compra de Pasadena e construção de refinarias. “Pelo temperamento dela de querer saber tudo o que acontece, evidentemente que ela sabia. Podia até não saber de tudo, pelo tamanho da roubalheira, mas que grande parte das coisas ela sabia é evidente que sabia”, afirmou.

(Acompanhe as publicações do Nossa Política no Facebook. Curta aqui).