Blog do Mailson Ramos

Eleições 2014: os sucessos de um pleito acirrado

Eleições 2014

Especial Eleições 2014 – Crédito: Opinião & Contexto

Eleições 2014: os sucessos de um pleito acirrado

Salvador-Ba – Eleições 2014: Opinião. O dicionário Houaiss a define de várias maneiras. Mas uma delas se adapta deliberadamente ao contexto que se segue neste artigo: “posição precisa, ponto de vista adotado; ideia, teoria, tese”. A opinião muitas vezes é valorizada sob o crivo da fama de quem a emite; muitas vezes a valorização não está no caráter e muito menos na análise: quase sempre está atrelada ao poder de fala, posição e influência do emissor. Ela está carregada de um elemento ideológico inquestionável, mesmo quando forçada pelo estímulo das redações e ânsia das pautas agendadas. No final, a opinião é sempre um modo de mostrar a cara e, sem medo, concedê-la aos tapas.

Cumpre dever dizer que no purgatório das Eleições 2014, ou ainda na antessala da danação dos assuntos emergentes, o blog Opinião & Contexto executou de forma adequada a sua cobertura dos eventos e das discussões levantadas ao longo do período eleitoral. Desde o dia 12 de maio, a perspectiva política assumiu lugar de importância nas publicações semanais, exigindo quase que uma publicação por tema. A construção do discurso através das notícias e de um redirecionamento ideológico transformaram as Eleições 2014 num evento inesquecível para a crônica jornalística (e para os comunicólogos de maneira geral).

E atualmente não se trata apenas de escrever e oferecer a leitura aos conhecidos e desconhecidos no espaço de um blog. É preciso compreender as redes e mídias sociais por onde estes assuntos deverão transitar. Naquela circunstância, a perspectiva de embate e debate eram muito evidentes e impactantes. O posicionamento político-ideológico é capaz de suscitar conflitos, como aconteceu nesta eleição, irremediáveis. Por esta perspectiva, blogueiros que é blogueiros entra na chuva sabendo que vai se molhar.

A mídia, a oposição e seus papéis – 12/05/2014

mídia e política

Política e Mídia – Crédito: Reprodução

Desde 2012 o Opinião & Contexto aguardava a perspectiva de cobertura de um evento da magnitude das Eleições presidenciais. É 12 de maio de 2014 quando as primeiras palavras são escritas sobre os papeis de mídia e oposição no futuro pleito. O texto foi escrito sob a perspectiva do julgamento do mensalão. Era manhã de segunda-feira. O artigo seria publicado em outros blogs e portais de noticias, ganhando destaque na página principal do Opinião & Contexto:

Desde o início do governo Lula, quando a desconfiança era tão forte quanto a esperança, os primeiros a duvidar de que aquela administração seria uma catástrofe, antes mesmo de qualquer ação concreta do presidente ou de sua equipe de governo, foi a imprensa. A corrupção – que não está instalada apenas no PT, mas no sistema partidário em si – só veio corroborar com a imagem negativa do partido e do governo diante da imprensa. E ela que deve fazer o papel de oposição, como disse Millôr, encontra-se numa situação muito confortável para fazê-lo.

Campanha política é na telinha – 07/06/2014

Quase um mês depois, o furor pelas mídias sociais fez com que alguns especialistas concedessem ao ciberespaço um poder quase titânico na campanha eleitoral. É bem verdade que a agitação da militância transformou as mídias sociais em espaço de debate e discussão, em todos os níveis, mas a televisão manteve o seu posto de relevância para as campanhas. Os programas eleitorais cinematográficos serviram para mostrar o quão preponderante é a TV na campanha eleitoral deste país. E isso já havia sido dito, aqui, no Opinião & Contexto.

Logicamente a TV busca ser o espaço mais produtivo para os candidatos nas eleições através de entrevistas nos telejornais, nas inserções comerciais, no ritmo cadenciado e ordinário da propaganda ao menos duas vezes por dia. A televisão é o objeto midiático mais valorizado pelos políticos. Não é uma simples ferramenta; é, sobretudo o mais importante mecanismo de produção de sentido no país.

Eleições 2014: o sumiço das siglas partidárias 07/08/2014

Retornando da universidade eu reparava atentamente nos banners de campanha dispostos na faixa central da Avenida Luís Viana Filho (Paralela). Havia neles algo de diferente: os materiais de campanha, desta feita, não mais utilizavam as iniciais das legendas partidárias. Obviamente esta alteração chamou a atenção por seu ineditismo, característica pouco notada pelos eleitores, mas que consistia numa discussão importantíssima para a análise de comunicação. A estrela do Partido dos Trabalhadores, por exemplo, ganhou o número 13 em vez da sigla. Naturalmente o número é mais representativo quando se pensa na votação. É ele que será digitado na urna e não a sigla. O fato desperta curiosidade porque as siglas foram, até junho de 2013, essenciais para o estabelecimento das ideologias partidárias, além das cores e estatutos. Alguns candidatos criaram inclusive marcas aleatórias aos partidos e as imprimiram nos matérias de campanha.

A circunstância está inegavelmente ligada aos protestos de 2013, ao resultado da negação aos partidos para privilegiar as necessidades prioritariamente populares. O desenvolvimento deste processo durante a campanha eleitoral exige que cada cidadão esteja atento ao sistema de códigos (linguísticos, imagéticos ou sonoros) que desaparece ou ainda se insinua sobre os sentidos.

Eduardo Campos: o homem, o líder e o ícone – 14/08/2014

Eduardo Campos

Eduardo Campos – Crédito: Estadão

A morte de Eduardo Campos foi noticiada no portal G1, mas sem maiores informações. Na universidade não se comentava noutro assunto, aliás, no Brasil, durante alguns dias o estarrecimento pela fatalidade levou a população a lamentar a perda junto com a família Campos. A morte do candidato do PSB foi uma triste fatalidade, mas que alterou o futuro da disputa presidencial. Foi através da perda de Campos que o PSB resolveu escolher Marina Silva como cabeça de chapa.

Eduardo Campos. Sinônimo de renovação, sobretudo quando as bases da sociedade brasileira passam a questionar o sistema de representação partidária e até política, o candidato à presidência da república entra para a história a partir de hoje. E seus passos no caminho da cronologia brasileira, do imaginário popular, o transformam inexoravelmente em ícone. O nome Eduardo Campos, não apenas para a política, mas pelo valor de representação gerado neste inicio de campanha, adquire grandeza imensurável. Acima desta discussão existe a questão humana; de maneira geral todos aqueles que conheceram de perto o ex-governador de Pernambuco podem assegurar que era um homem digno.

Eleições 2014: cobertura Opinião & Contexto – 19/08/2014

Um blog de artigos políticos e que busca levar a criticidade aos seus leitores não pode estar à parte da disputa eleitoral, do debate de ideias, da exposição de programas de governo. Foi assim, que nesta oportunidade o Opinião & Contexto confirmou sua participação nas Eleições 2014. Seriam publicados diversos artigos sobre política e sobre a campanha eleitoral. O projeto de cobertura envolveu a WebRadio OC com o quadro de entrevistas Eleições & Comunicação.

Eleições 2014. A expansão do blog Opinião & Contexto permitiu a utilização de novos meios de comunicação, além do próprio site, para levar aos usuários sua mensagem essencial: o poder da criticidade. Ser crítico não depende apenas da consciência interna, das escolhas intelectuais, da ideologia mesclada com o conhecimento. É, sobretudo a organização de pensamentos em torno de uma temática passível de debate. Sobre este senso existe a possibilidade da discussão, do confronto de ideias nunca firmadas como verdades absolutas, quando se percebe claramente que são estruturas conflitantes. A criação do Opinião & Contexto, exatamente no dia 25 de Maio de 2012, proporcionou a possibilidade de ampliar o espectro da mensagem através de outros meios, devidamente aplicados de acordo com o crescimento do portal de artigos jornalísticos gerenciado pelo Relações Públicas Mailson Ramos.

Marina Silva e o efeito simbólico – 26/08/2014

marina silva

Marina Silva – Crédito: Wikipedia

As pesquisas que se seguiram após a morte de Eduardo Campos e a realocação de Marina Silva como presidente na chapa do PSB concederam-na um efeito simbólico. Este efeito simbólico foi responsável por uma ascensão meteórica da candidata no meio da campanha do primeiro turno. Aqui a referência não à chamada bolha eleitoral, mas sim a um efeito de representação por aquela que foi escolhida para suceder a posição de Campos.

Em outras palavras, Marina Silva não poderá relegar ou fugir da responsabilidade de conduzir consigo os ideais de Eduardo Campos. Todo e qualquer atrito contra sua imagem será relacionado a futuras quebras com o pacto de campanha e programa de governo. Até as eleições, quando o voto decidir quem deverá ocupar a presidência ou ainda uma nova disputa de segundo turno, Marina Silva deverá seguir à risca os desígnios do partido e dos assessores de campanha ainda muito acostumados ao estilo de Campos. No entanto, em certo momento da campanha, não será mais a essência do ex-candidato a influenciar suas decisões. Será hora de dar cor e espírito à campanha de acordo com a imagem apresentada: Marina deverá abandonar a ideia de condutora de uma mensagem para se tornar mensagem. Correrá o risco de causar um impacto muito positivo ou de desagradar quem até o momento a seguiu.

Marina Silva é a bola da vez – 01/09/2014

Neste momento Marina havia encorpado a campanha. Passava a prevalecer como uma candidata forte que poderia lutar em igualdade de vantagens contra os outros candidatos. Para a imprensa, para a política e para o discurso eleitoral, naquele momento, a figura de Marina Silva começava a ganhar vulto, mas haviam algumas ponderações a serem feitas.

No momento ela [Marina] evita o flerte; se flerta, é nos bastidores. Sua imagem altamente impoluta, cantada na prosa midiática como a figura do momento, não pode sofrer abalos. Resta apenas um mês até as eleições e, segundo as pesquisas, ela caminha sem sobressaltos até o Planalto. De algum modo os candidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves devem aprofundar as críticas, intensificar o debate sobre a figura de Marina Silva; inicia-se nesta semana um jogo delicado que envolve muita estratégia e habilidade no discurso. A crítica perfeita exige método. Doses metódicas de afrontamento podem reverter um quadro eleitoral ou impulsionar ainda mais seu estado atual. Na política é preciso saber bater ou bater com suavidade. Nos dias que se seguem, o jogo vai acirrar os ânimos.

Eleições 2014: as verdades – 04/09/2014

Este artigo foi o primeiro balaço feito sobre a campanha no primeiro turno.

Dilma Rousseff ganhava a eleição com os pés amarrados às costas. O destino é capaz de exigir esforços onde aparentemente não se considera enxerga-los. Os protestos de Junho de 2013, as vaias na Copa do Mundo e todos os outros fatos negativos que antecederam esta eleição colaboraram para o desgaste da presidente, no entanto, a grande alteração no quadro eleitoral foi promovida pela ascensão de Marina à cabeça da chapa e sua representatividade diante da perda do companheiro.

Um segundo aspecto foi o surgimento duma bolha eleitoral que arremessou a candidatura de Marina e, segundo alguns especialistas políticos, deve decair nas próximas pesquisas. Considerando a possibilidade de manutenção da posição de Marina, o Brasil assistirá à eleição mais acirrada da história de nossa jovem república. Diferente do quadro que se desenhava há nos meses anteriores.

‘Veja’, vilões e mocinho – 14/09/2014

capa veja marina silva

Capa Edição 2391 Veja – Crédito: Divulgação

Antipetista de carteirinha, mas jornalisticamente “imparcial” a ‘Veja’ lançou críticas ferozes à campanha do PT contra as “agressões” direcionadas à Marina Silva. ‘Veja’, como sempre tem feito, reagiu ao restabelecimento de Dilma Rousseff na liderança das intenções de voto.

E Marina não necessita da defesa da ‘Veja’, como atesta a edição atual veiculada com o título: ‘A fúria contra Marina’. A candidata do PSB e seus assessores de campanha certamente previam este embate. Mas a ‘Veja’, em constante militância antipetista, exibe mais uma capa cuja charge materializa uma Marina frágil, suprimida a uma bocarra plena de impropérios a ela dirigidos. Vitimizar os adversários e demonizar o PT um posicionamento claro para quem analisa, mas escuso para a revista que insiste na ideia de despertar a criticidade do cidadão brasileiro. Coerência e credibilidade nas informações, no entanto, deixam de pertencer à história duma revista que até hoje nega sua adesão aos golpistas de 1964.

Fator imprensa na Campanha Eleitoral – 22/09/2014

A imprensa desempenhou como sempre um papel fundamental na campanha eleitoral. Mas desta vez, com a velocidade do fluxo de informações, a ascensão das mídias sociais, uma maior criticidade dos eleitores, a imprensa se transformou num fator preponderante no que diz respeito à veiculação de informações.

Como um termômetro autômato ela mensura a qualidade dos enfrentamentos ao mesmo tempo em que insufla ou abafa as polêmicas. Dela depende a valorização das discussões mesmo quando estas são colocadas em campos neutros e inacessíveis. Por isso as vozes sempre incessantes da imprensa lutam numa guerra a favor da democratização da informação no que diz respeito à amplificação irrestrita da produção de conteúdo; luta pelo poder de influenciar a opinião pública. Um simples deslize em frente às câmeras ou uma frase infeliz publicada na manchete de um grande jornal podem não ser tão incômodos quando uma falha grotesca na participação de um debate nacional exibido pela TV Aberta. A imprensa é responsável por, de certa maneira, monopolizar o debate dos candidatos aos cargos eletivos nas eleições; o sufrágio advindo das mãos do eleitor, frente à urna eletrônica, não nasce senão duma análise anterior embasada e reforçada pelas matérias que se lê, vê e ouve.

Campanha Eleitoral: o discurso da superficialidade – 27/09/2014

Nesta altura, o discurso dos candidatos ganhava outros rumos que não o da discussão profunda; a superficialidade estava estampada, sobretudo nos debates onde os ânimos foram acirrados em duelos implacáveis. O eleitor sempre merece debate de ideias e programas de governo.

Como um termômetro autômato ela mensura a qualidade dos enfrentamentos ao mesmo tempo em que insufla ou abafa as polêmicas. Dela depende a valorização das discussões mesmo quando estas são colocadas em campos neutros e inacessíveis. Por isso as vozes sempre incessantes da imprensa lutam numa guerra a favor da democratização da informação no que diz respeito à amplificação irrestrita da produção de conteúdo; luta pelo poder de influenciar a opinião pública.

Eleições 2014: os destaques – 06/10/2014

Os destaques do primeiro turno das Eleições 2014 foram expostos no artigo publicado após a decisão do eleitorado em 5 de outubro. Destaques negativos e positivos como as falhas dos institutos de pesquisa e as vitórias improváveis de candidatos como Rui Costa, candidato ao governo do Estado da Bahia. Ali era a derrocada de Marina Silva no pleito e a chegada de Aécio Neves ao segundo turno para disputar contra Dilma Rousseff.

Na Bahia, estado onde reside o vosso amigo colunista, as pesquisas colocaram o candidato Paulo Souto (DEM) à frente de Rui Costa (PT) durante todo o processo eleitoral. Souto liderava e liderava com a perspectiva de vitória ainda no primeiro turno. O IBOPE, responsável pela realização das pesquisas no estado baiano, contratado junto à Rede Bahia de Televisão (afiliada à TV Globo), até o último sábado considerava a vantagem do candidato democrata.

O ‘sim’ de Marina Silva – 13/10/2014

aécio e marina

Aécio Neves e Marina Silva – Crédito: Jornal NH

Marina Silva disse ‘sim’ a Aécio Neves e firmou a aliança tão pretendida pelo tucano. Sob a análise de Mailson Ramos, esta resposta positiva colocou a ex-candidata do PSB em maus lençóis. Marina rompia naquele momento com todas as suas posições ideológicas. Rompia com o estereótipo que ela mesma tentou criar no primeiro turno sobre a novidade de sua imagem política.

Não é preciso entender muito de política para saber que Marina Silva tem um histórico de lutas populares marcado pelo enfrentamento dos grandes interesses hegemônicos: em 1985 fundou a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre ao lado do seringueiro Chico Mendes. Naturalmente seus colaboradores esperavam a neutralidade de Marina. Neutra, a peesebista rejeitaria a polarização entre PT e PSDB. Assumindo esta posição, corre o risco duplo de cair em contradição, negar sua ideologia histórica, atropelar o projeto de ‘nova política’ engendrado desde a idealização da Rede. De qualquer modo, o sim proferido por Marina a Aécio fundamenta um casamento arriscado, cuja separação e derrota penderão tão somente para o lado mais frágil.

Dilma Rousseff ou Aécio Neves? – 21/10/2014

A indefinição era assustadora. As pesquisas davam resultado diferente; os panoramas traçados pelos especialistas não abriam brechas para uma definição mais concreta. Naqueles dias antes do segundo turno, ninguém mais considerava arriscar um palpite. Nunca houve um momento pré-eleitoral tão indefinido como o ocorrido nesta disputa.

Dilma Rousseff e Aécio Neves, nestes últimos dias, dedicarão parte do tempo dos seus programas na TV e no rádio para conclamar os eleitores, sobre todos os aspectos, a não desistir de ir às urnas no domingo. Porque eleição se faz com apoio e clamor popular, mesmo quando o cenário é indefinido como apontam as pesquisas. Provavelmente ainda haverá tempo para algumas rixas e provocações naturais ao sistema de disputa presidencial brasileiro. Aos poucos o clima de decisão passa a pautar as manchetes na imprensa, determinar a velocidade do fluxo de informações nas mídias sociais, silenciar os assuntos que não fazem referência às eleições. E domingo é dia de votar.

Dilma reeleita: do suplício da espera aos fatos – 26/10/2014

E a vitória da presidenta Dilma, com o suplício da espera e o placar apertado…

Dilma tem vários desafios mantidos e agora acrescentados à sua agenda. Em mais quatro anos de mandato terá a possibilidade de expandir as melhorias e lutar por questões pontuais e necessárias para o Brasil. Uma dessas lutas é a reforma política, tão debatida popularmente e aguardada por todos aqueles que desejam alterar o curso do sistema político brasileiro. Dilma deve combater a corrupção com mãos de ferro, mesmo que a legislação seja débil. O ninho dos grandes escândalos são as organizações públicas e a navalha deve decepar o mal, seja ele originado de qualquer partido. Ao povo brasileiro, democrático, uma saudação pelo respeito concedido às instituições públicas e ao direito de voto do outro. Não se constrói um país democrático onde a minoria decide, mas onde maioria e minoria estão juntas em busca de aprimorar os acertos e dirimir os erros. O Brasil anseia pela conquista de melhorias em todos os aspectos. A divisão regional deste país não serve senão para definir relevo, hidrografia, macroestatísticas, políticas, enfim. Não deve servir para aglutinar ideias contrárias e monolíticas advindas de um ressentimento infundado. O momento agora é de união pelo Brasil.

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