Prestes a cair, o governo Temer restabelece a escravidão

Prestes a cair, o governo Temer restabelece a escravidão

Prestes a cair, o governo Temer restabelece a escravidão

Enquanto se discute a denúncia contra Michel Temer na CCJ da Câmara – desdobramento de um governo morto – se restabelece a escravidão.

A tropa de choque do governo briga na CCJ dizendo que Michel Temer é um homem honesto. Em meio a este mar de lama, o governo conseguiu aprovar a reforma trabalhista em seu texto integral.

Para restabelecer a escravidão.

Não se trata de modernizar, alterar, reestruturar, atualizar as leis trabalhistas. Trata-se sim de destruir estas leis e criar um exército de trabalhadores sem direitos, reféns de contrato de trabalho intermitente (cuja jornada é estabelecida de acordo com o desejo do patrão).

Esta é a reforma do trabalhador que não terá tempo sequer para descansar depois do almoço; das mulheres que, grávidas ou lactantes, serão submetidas a condições insalubres de trabalho.

A reforma trabalhista aprovada ontem criará subempregos e não trabalhos.

É obra de um governo que se arrasta na lama, agarrado aos grilhões da corrupção. Que não tem moral e legitimidade alguma para alterar a Constituição.

É este governo moribundo, trabalhador, que está destruindo a CLT. É um segundo tiro em Vargas e a volta da escravidão, como pisotear com pé enlameado a Lei Áurea.

1 Comentário

  • Prezado Mailson, há dois dias fiz um longo comentário sobre a manifestação do povo de Curitiba contra a festa de casamento da deputada Maria Victória Barros, filha do ministro da saúde (sic, especialista em planos de saúde privados) e da vice-governadora do Paraná (disse vice-prefeita). Cometi vários equívocos, por desconhecer as cidades e as gentes. Li hoje no blog Conversa Afiada belo texto do professor Marcos Danhoni, da Universidade Estadual de Maringá, sobre a festa, que corrige todos os meus erros. O texto “A sina de Maringá, de Sérgio Moro ao clã da deputada Maria Victória”, publicado originalmente no blog Diário do Centro do Mundo.
    Peço desculpas pelos erros, mas a indignação é sincera.

Deixe um Comentário!