Lula: Bolsonaro “não tem chance” e Doria “não é nada”

Lula: Bolsonaro “não tem chance” e Doria “não é nada”

Lula: Bolsonaro “não tem chance” e Doria “não é nada”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou nesta quinta-feira (20) sobre os potenciais candidatos nas eleições presidenciais de 2018.

Do JB:


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou nesta quinta-feira (20) sobre os potenciais candidatos nas eleições presidenciais de 2018. Na entrevista ao programa Na Sala do Zé, do jornalista José Trajano, ele foi categórico ao afirmar que o deputado Jair Bolsonaro (PSC) não vai disputar o pleito, apesar de aparecer em segundo lugar, atrás do petista, nas pesquisas de intenção de voto.

“Acho que Bolsonaro não disputa. E, se disputar, não tem chance. Sinceramente acho que não tem”, disse o petista.

Lula afirmou que o prefeito João Doria (PSDB) “por enquanto, não é nada” e apostou na candidatura do governador Geraldo Alckmin pelo PSDB.

“O Doria tem que se provar. Por enquanto, ele não é nada. É só o João trabalhador que não trabalha. Não adianta fugir para ser candidato — trabalhe, governe, faça o que dizia que ia fazer. Pode ser o Alckmin, ou podem tentar inventar alguém — não sei quem”, avaliou.

Condenado em primeira instância a nove anos e meio de prisão, Lula pode ficar de fora da eleição, caso o Tribunal Regional Federal confirme a sentença do juiz Sergio Moro. Ele disse que, neste caso, há pelo menos três governadores petistas com potencial para a disputa eleitoral. O petista mencionou os governadores Fernando Pimentel (MG), Camilo Santana (CE) e Rui Costa (BA).

Lula deixou claro, porém, que sua maior aposta dentro do Partido dos Trabalhadores continua sendo o ex-prefeito Fernando Haddad. “O Haddad pode ser uma personalidade importante se se dispuser a percorrer o país. Já me reuni com ele e falei: ‘Você tem que botar o pé na estrada e falar o que você fez pela educação”, afirmou o líder petista em referência à passagem de Haddad pelo Ministério da Educação.

O ex-presidente admitiu, também, sua vontade de voltar à Presidência da República. “Tenho obsessão de voltar, quero voltar para provar que é possível recuperar este país”.



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