Banco do Brasil próximo da privatização

Banco do Brasil próximo da privatização

Banco do Brasil próximo da privatização

De acordo com informações do Valor, até maio de 2019, a participação da União no capital do Banco do Brasil cairá de 54,4% para 50,73%.

Saiu no Valor:


A União vai ficar próxima ao limite da participação mínima necessária para manter o controle acionário do Banco do Brasil. O Tesouro determinou na sexta-feira a venda das ações do banco público detidas pelo fundo soberano. A operação, que já havia sido anunciada pelo governo no ano passado, será realizada ao longo dos próximos 24 meses. Após a negociação, que pode se estender até maio de 2019, a participação da União no capital do BB cairá de 54,4% para 50,73%.

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A margem da União no controle do banco vem caindo desde 2015, quando a participação passou de 57,9% para 57,7% após o governo se desfazer de uma pequena parcela das ações do fundo soberano para reforçar as contas públicas. A operação, feita na época sem aviso prévio ao mercado, provocou forte oscilação nas ações do BB.

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No ano passado, a União perdeu mais 3% do controle do banco. As ações, que foram usadas para capitalizar o Fundo Garantidor da Construção Naval (FGCN), tiveram de ser entregues aos credores da Sete Brasil, fornecedora de sondas da Petrobras que entrou em recuperação judicial. Esses credores tinham operações cobertos pelo fundo naval.

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A venda das ações do BB deve pôr fim ao fundo soberano brasileiro. Criado em 2008, em um período em que o governo contou com uma folga fiscal, esse bolsão de recursos tinha como objetivo promover investimentos em ativos no país e no exterior.


5 Comentários

  • Vocês falam NOSSO patrimônio, mas não recebo nenhum PLR no final do mês, lembrem-se que essas empresas geram frutos de gastos para os cofres públicos.Se eu recebesse todo final de semestre alguma bonificação do desempenho dessas empresas, aí sim, diria que faz parte do patrimônio da empresa.Quando vou ao banco pedir um empréstimo e eles fazem avaliação patrimonial minha, tenho certeza que Petrobrás e Banco do Brasil não entra.

  • Bem, há pelo menos 2 brasis: aquele que quer o estado mínimo e todas as iniciativas abertas a quem tiver dinheiro para investir. Esses são os que partem na disputa com casa, comida, segurança, saúde, educação de qualidade, lazer, poupança de $ 5 milhões aos 8 anos de idade, trabalho bem remunerado; enfim, a(s) elite(s). E o segundo, que dizem ser constituído de cidadãos de segunda classe, que trabalham para conseguir alguns dos itens de saída dos primeiros. Passam a vida toda trabalhando para adquirir o pão. Esses não lucram nada, pagam. Seremos cerca de 190 milhões, talvez. Esses querem o BB, para terem conta e empréstimos em consignação. Eu estou deste lado.

  • Temer precisa ser detido! Ele está destruindo o patrimônio nacional! Doando a Petrobrás e o Banco do Brasil aos pedaços! Reaja, povo brasileiro!

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