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Fachin autoriza a abertura de inquérito contra 9 ministros de Temer

Fachin autoriza a abertura de inquérito contra 9 ministros de Temer
Fachin autoriza a abertura de inquérito contra 9 ministros de Temer – Foto: Marcos Corrêa/PR
Nove ministros do governo de Michel Temer foram indiciados pelo ministro Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no STF.

Saiu no iG:


O relator das ações decorrentes da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, determinou a abertura de inquérito contra nove ministros do governo do presidente Michel Temer (PMDB). As informações foram publicadas nesta terça-feira (11) pelo jornal “ O Estado de S.Paulo ”. A lista foi feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base nas delações da Odebrecht.

Serão alvos de investigação na Lava Jato os ministros Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), das Relações Exteriores; Blairo Maggi (PP-MT), da Agricultura; Bruno Araújo (PSDB-PE), das Cidades; Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil da Presidência da República; Gilberto Kassab (PSD), da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; Helder Barbalho (PMDB-PA), da Integração Nacional; Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços; Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República; e Roberto Freire (PPS-SP), da Cultura.

A reportagem do “ Estado de S.Paulo ” informa ainda que o presidente Michel Temer é citado em dois pedidos de abertura de inquérito, mas que ele não foi incluído na lista pela PGR (Procuradoria-Geral da República) porque ele tem imunidade temporária por ocupar o Palácio do Planalto. Dessa maneira, não pode responder por crimes que teriam ocorrido antes do mandato.

A lista foi feita com base em depoimentos feitos por 78 executivos e ex-executivos do Grupo Odebrecht em acordos de delação premiada. Entre os crimes apontados pelos colaboradores estão corrupção passiva e ativa, falsidade ideológica, formação de cartel, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.

(…)



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  • Só há um clamor possível: eleições gerais. Só um governo legítimo pode dar prosseguimento à gestão do país, a criminalização dos culpados e quebrar a caixa preta do judiciário. Segundo o deputado Wadih Damous, citando D. Eliane Calmon, sem a Odebrecht denunciar o judiciário não há delação.

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