Bolsonaro: Uma máquina de falar asneiras

Bolsonaro: Uma máquina de falar asneiras

Bolsonaro: Uma máquina de falar asneiras – Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Bolsonaro não surpreende a mais ninguém. É aquele arremedo de político com ar de general da ditadura. Uma máquina de falar asneiras.

Em palestra na Hebraica do Rio de Janeiro, Bolsonaro afirmou: ‘Não podemos abrir as portas para todo mundo’. Ele estava num ambiente judaico, mas isso não o impediu de levar à frente o repertório vasto de asneiras.

Bolsonaro aproveitou para expor aquilo que ele tem de mais clássico: a misoginia. E mesmo ai falar de família, ele extrapola: “Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”.

Já se sabe que Bolsonaro não é bom político, não tem timing entre pensamento e fala. Ele também disse que afrodescendentes de quilombos “não servem nem pra procriar”.

“Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gastado com eles”.

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Ele ainda prometeu que se for eleito, acabará com todas as reservas indígenas e comunidades quilombolas.

“Pode ter certeza que se eu chegar lá (presidência da República) não vai ter dinheiro pra ONG. Se depender de mim, todo cidadão vai ter uma arma de fogo dentro de casa. Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola”.

É uma máquina de falar asneiras. Dado o momento de idiotização do cidadão médio brasileiro, ele pode até ganhar mais adeptos com estas ideias toscas.

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